FUI APROVADO NO EXAME DA OAB. E AGORA?

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Ser aprovado no Exame da OAB é um dos maiores desafios de todo estudante e bacharel em Direito.

O exame está cada vez mais difícil e o percentual de reprovação aumenta a cada concurso. Muitos desistem pelo caminho após várias tentativas e partem para outras carreiras. O custo é alto com pagamento de cursos preparatórios e o desgaste emocional também é um fator determinante para jogarem a toalha.

Mas, para os aprovados, surge um novo desafio e uma dúvida enorme: “o que fazer daqui pra frente?” Estudar para concurso público ou advogar?

Para responder esta dúvida, muitas outras perguntas devem ser feitas. Porém, o principal é ter consciência de suas necessidades pessoais por ocasião do recebimento da carteira de advogado.

É preciso analisar de forma racional e não emocional quais são as melhores opções, tomando sempre em consideração o que é mais importante para você.

Infelizmente, as Faculdades não ensinam empreendedorismo na advocacia durante o curso de Direito. Não se preocupam em informar ao estudante quais opções existem após o curso e não orientam sobre qual o melhor caminho seguir. Simplesmente dizem “boa sorte lá fora.”

Mas, o que há “lá fora”, à espera do jovem advogado?

Será que existem centenas de vagas de emprego em escritórios de advocacia com oferta de ótimos salários e honorários?

Infelizmente, a resposta é “NÃO”. NÃO HÁ VAGAS.

E as poucas que existem não são divulgadas e preenchidas rapidamente por indicação de outros advogados.

Por isso, cada um deve analisar as opções para decidir de forma segura qual caminho seguir.

Vamos a um exemplo:

Se você é um(a) jovem advogado(a) e tem muita ambição e deseja se tornar um profissional brilhante e ganhar muito dinheiro na advocacia, mas não tem recurso financeiros nem mesmo para fazer o seu cartão de visitas, é preciso parar de sonhar e voltar à realidade. A sua realidade.

O primeiro passo é elaborar um planejamento. Encarar a advocacia como um “NEGÓCIO” com o objetivo de faturar muito e ter muito lucro para melhorar o seu “padrão de vida” adquirindo o que for necessário para satisfazer as suas necessidades pessoais, espirituais e materiais.

Colocar tudo na “ponta do lápis” para saber o que você poder fazer naquele momento com o dinheiro que dispõe.

Se você já tem muitos compromissos financeiros e não pode abrir mão da renda que possui, é preciso começar devagar e diminuir o máximo possível o custo para  começar a advogar.

ESQUEÇA O ALUGUEL DA SALA DOS SEUS SONHOS. Em primeiro lugar é preciso se preocupar em ter CLIENTES e ganhar dinheiro com as causas para fazer um “capital de giro” e depois investir no próprio negócio pagando os custos fixos e somente se sobrar algo (lucro), satisfazer as suas necessidades materiais. SE SOBRAR ALGO. Porque se estiver empatando, está de bom tamanho. O mais importante é não ter prejuízos e não fazer dívidas.

Outra preocupação do advogado iniciante é com a falta de experiência e conhecimento jurídico (Direito material e processual), para esclarecer as dúvidas dos clientes e escolher qual a ação adequada ao caso concreto. Isso sem falar na dúvida sobre qual valor cobrar dos honorários. A questão da precificação dos honorários é realmente muito difícil no inicio da carreira.

O melhor caminho nesse cenário é buscar ajuda. ORIENTAÇÃO DE UM PROFISSIONAL MAIS EXPERIENTE para esclarecer as dúvidas, tanto em relação à carreira quanto as dúvidas em relação á causa e ao processo.

A busca por um MENTOR é o mais adequado. A MENTORIA proporcionará mais segurança e tranquilidade para advogar, sem correr riscos desnecessários e prejudicar a carreira que está apenas iniciando.

 O MENTOR irá indicar qual o melhor caminho e quais as melhores decisões que deverão ser tomadas para construir uma carreira sólida e vencedora.

Autor: Alberto Araújo – (61) 99906-4536 – E-mail: mentoriaadv@gmail.com

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